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quarta-feira, 5 de agosto de 2020

COLABORE COM SUGESTÕES NESSA LISTA O O FORTALECIMENTO, DESENVOLVIMENTO E VALORIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO DE FÁTIMA:

COLABORE COM SUGESTÕES NESSA LISTA O O FORTALECIMENTO, DESENVOLVIMENTO E VALORIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO DE FÁTIMA:

- Cumprimento do Novo FUNDEB para a devida

valorização aos profissionais da educação e aprendizados dos estudantes;
- Cumprimento das metas e estratégias do Plano Municipal de Educação;
- Continuidade das ações para a adequação da Base Nacional Comum Curricular - BNCC;
- Análise das ações com os precatórios do FUNDEF;
- Elaboração dos Plano de Carreira dos demais Profissionais de Educação (exceto professores);
- Gestão democrática para a comunidade escolar ter o poder de decisão;
- Servidores o mais próximo possível das suas moradias, caso queiram;
- Devidas correções dos reajustes com as devidas responsabilidades fiscais;
- Devidas reposições e dos valores cortados e referes às ACs dos professores;
- Frequente apoio aos conselhos escolares, conselho do FUNDEB, conselho do CAE e conselho municipal de educação;
- Orçamento Anual de acordo com a realidade de cada localidade;
- Devido apoio aos caixas escolares para compra de materiais pedagógicos, de consumo e permanente;
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quarta-feira, 29 de julho de 2020

Conselho Nacional de Educação recomenda que pais decidam sobre retorno à escola


O Conselho Nacional de Educação (CNE) recomendou aos sistemas de ensino de todo o país a flexibilização do controle de frequência escolar no retorno às aulas presenciais e a garantia aos pais para decidir sobre a volta dos filhos à escola.Segundo o documento do órgão, que ainda precisa ser homologado pelo Ministério da Educação (MEC), os sistemas devem avaliar novas formas de controle da frequência escolar para os pais que optem pela continuidade das atividades não presenciais em casa em situações específicas, “como a existência de comorbidade entre os membros da família ou outras situações particulares”.
“A recomendação é que a flexibilização seja avaliada não só para alunos do grupo de risco, mas sempre que a volta às aulas presenciais possa se tornar um problema para a família. Seja porque pode haver a contaminação de algum outro parente ou porque os pais não se sentem seguros com esse retorno”, disse a conselheira Maria Helena Guimarães de Castro, relatora do parecer.
A legislação brasileira estabelece como obrigatória a matrícula e frequência na escola de crianças entre 4 e 17 anos. O descumprimento pode levar à responsabilização judicial dos responsáveis.
“Ao mesmo tempo em que a legislação obriga o ensino, ela também garante a liberdade aos responsáveis quando há uma situação de insegurança ao aluno ou à família, como é a situação em que estamos vivendo”, disse Castro.
O parecer também recomenda que as atividades a distância continuem até o próximo ano, mesmo que parte das aulas seja retomada de forma presencial.
Segundo a conselheira, o CNE entende que cabe aos sistemas de ensino definir como irá controlar a frequência escolar.
O Conselho Municipal de Educação de São Paulo (CME-SP) iniciou discussão para publicar documento garantindo aos pais o direito de optarem por não mandarem os filhos para a escola com a retomada das aulas presenciais, após a recomendação do CNE.
“A ideia é tranquilizar as famílias de que, na ocasião de reabertura das escolas, ainda vão ter garantido o direito de continuar com o ensino remoto, recebendo material didático em casa e o apoio pedagógico com outras tecnologias. E elas terão o compromisso de garantir que a criança continua estudando em casa”, disse Rose Neubauer, presidente do CME-SP.
Já para os pais que optarem pelo retorno dos filhos à escola, a prefeitura estuda pedir que assinem um documento em que se comprometem com regras sanitárias, como o uso obrigatório de máscaras e a ausência de crianças com sintomas da doença nas unidades.
O governo João Doria (PSDB) planeja liberar a reabertura das escolas em todo o estado de São Paulo a partir de 8 de setembro. A retomada das aulas presenciais nessa data, no entanto, depende de que todas as regiões estejam na fase amarela de reabertura por 28 dias –ou seja, a partir de 11 de agosto.
Atualmente, apenas três regiões do estado –a Região Metropolitana de São Paulo, Baixada Santista e Araraquara– estão na fase amarela. Três ainda continuam na fase vermelha, a mais restritiva do plano.
Fonte: Canabrava FM
Com informações: Agencia Brasil

quinta-feira, 23 de julho de 2020

Câmara dos Deputados aprovou, em primeiro turno, o texto-base da PEC que renova o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb)


Em votação na noite desta terça (21), a Câmara dos Deputados aprovou, em primeiro turno, o texto-base da PEC que renova o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) e amplia de forma gradual a participação da União no financiamento da educação básica. A votação terminou com 499 votos a favor e sete contra.⁠

O texto elaborado pela relatora Professora Dorinha Seabra (DEM-TO) fixou em 23% a participação da União no financiamento da educação. Esse percentual será atingido após seis anos de gradativo incremento. Após acordo com o governo, o relatório reserva ainda cerca de 5% para o investimento em educação infantil. Caso a proposta seja promulgada, os efeitos financeiros passam a valer a partir de 2021.⁠
⁠Foto: Sessão na Câmara (Najara Araujo/Câmara dos Deputados)⁠
#fundeb #camara #governo #educação

terça-feira, 21 de julho de 2020

Novo Fundeb terá 70% para salário dos profissionais da educação




quinta-feira, 16 de julho de 2020

Pesquisa: 40% dos responsáveis acreditam em retorno das aulas só em 2021

As aulas estão suspensas em vários estados brasileiros desde o mês de março, quando o país começou a ser afetado pela pandemia do novo coronavírus. Os resultados de um levantamento sobre a retomada das aulas presenciais revela que, se as escolas reabrissem em julho, 73,7% dos pais e responsáveis se recusariam a enviar filhos. Os dados também mostram que 40% dos pais e responsáveis acreditam que o retorno deve acontecer em 2021, Os dados são da pesquisa "As escolas brasileiras no contexto do coronavírus", feita a pedido da União pelas Escolas Particulares de Pequeno e Médio Porte, entre 22 e 29 de junho. As informações foram publicadas em reportagem do G1. 

O levantamento mostra que 94% afirma que o mais importante para a reabertura das salas de aula é respeitar as normas sanitárias como distanciamento, higienização, uso de máscaras, entre outras medidas.Os pesquisadores ouviram 14.307 responsáveis por estudantes em 407 instituições de todo o país, desde a educação infantil até o ensino médio.